O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), reiterou nesta quinta-feira (09) que o avanço de golpistas contra as sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro, “nunca mais se repetirá”. Ele elogiou a atuação da Polícia Militar do DF no dever funcional de proteger os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
“O dia 8 nunca mais vai acontecer no Brasil porque aprendemos, de maneira mais fácil ou mais dura para alguns, que a nossa democracia, com a União dos Poderes, permanecerá atenta, alerta e em pé”, reforçou Lira.
Sobre os atos de vandalismo, Lira ressaltou que o maior prejuízo não foi material, mas o ataque à democracia. Ele também disse que a atuação de poucos criminosos "não manchará a imagem da polícia militar, das forças de segurança”.
Durante encontro com a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP-DF), para entrega de obras de ampliação do 6º Batalhão da Polícia Militar, que é responsável pela segurança da Esplanada, o presidente também falou sobre a federalização da segurança do Distrito Federal como medida para evitar episódios como os do 8 de janeiro.
“Eu sempre tive o cuidado de nunca colocar um projeto em votação no calor da discussão. No calor do dia 8, todo mundo falava em intervenção, área livre, força federal, e o que nós fizemos foi trazer todos à mesa, discutir, ouvir e conversar”, observou Lira.
Sobre a reforma do batalhão da PM, o presidente disse que "espera que nunca precise ser usado". "Espero que a gente tenha a civilidade de saber fazer movimentos pacíficos, porque todos nós podemos e devemos contestar e cobrar.", concluiu Lira.
Câmara Retrospectiva: deputados aprovaram repasse de parte da arrecadação com bets para a Polícia Federal
Câmara Projeto permite bloqueio imediato de bens em suspeita de fraude financeira
Câmara Projeto cria modalidade de transição de cuidados no SUS para evitar reinternações
Câmara Projeto cria marco nacional para reconhecer direitos da pessoa idosa
Câmara Projeto reconhece o futebol como patrimônio cultural imaterial do Brasil
Câmara Projeto exige audiência antes da soltura de agressor de mulher