CPI
Não vai dar em nada, mas pelo menos o assunto chega até a população como uma suposta indignação e efetiva mobilização contra os abusos de preços que estariam sendo praticados por postos de combustíveis.
CPI 2
Vereadores de Porto Velho apresentaram um requerimento para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o aumento dos preços dos combustíveis em Porto Velho e distritos.
CPI 3
O requerimento foi incluído na pauta da ordem do dia na sessão de ontem. No documento, os vereadores dizem que o tema afeta diretamente a vida dos cidadãos e o desenvolvimento econômico da cidade.

Foto: Reprodução/CMPV
CPI 4
O documento vai mais além. Destaca que o aumento dos preços dos combustíveis não é um problema exclusivo do Brasil, mas uma questão global, influenciada pelas oscilações dos preços internacionais do petróleo.
CPI 5
E veja que interessante. O vereador Izaque Machado, autor do requerimento, reconhece que existem questões internas que também contribuem para esse aumento, como a carga tributária sobre os combustíveis.
Foto: Divulgação/CMPV
CPI 6
E a dissertação continua. Os impostos federais, estaduais e municipais, aliados às políticas de preços adotadas pela Petrobras, influenciam diretamente o preço final pago pelo consumidor.
CPI 7
Após a brilhante explanação explicando as razões da provável CPI, eu coloco o espaço à disposição para entender, realmente, quem seriam os convidados ou convocados a depor na tal Comissão Parlamentar de Inquérito.

CPI 8
Imagino que os ilustres vereadores sabem o que diz o artigo 50 da Constituição Federal e o princípio da simetria federativa.
CPI 9
O tópico acima é justamente para entender um requerimento com texto global que pede autorização para uma investigação local. Aliás, o requerimento é tão simplório e vago que me fez lembrar as respostas do aluno Rolando Lero quando indagado pelo professor Raimundo Nonato.
Reprodução/Internet CPI 10
Sobre a proposta da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito anunciada pela Câmara Municipal de Vereadores de Porto Velho, realmente não há o que não haja.
FINALIZADO
O Poder Judiciário do Estado de Rondônia concluiu o atendimento às comunidades indígenas e ribeirinhas no Vale do Guaporé, na área do município de Guajará-Mirim, com cerca de 247 audiências de conciliação realizadas a bordo do Barco Walter Bártolo, da Secretaria Estadual de Saúde.
Divulgação/TJRO
CONSULTAS
O trabalho possibilitou consultas médicas, odontológicas, de enfermagem e exames laboratoriais. Além disso, as pessoas tiveram acesso a direitos básicos como a emissão da Certidão de Nascimento, casamentos civis, cobrança, regularização de visitas, reconhecimento de paternidade, curatela e até adoção.
NÚMERO
Sete comunidades foram atendidas, seis em aldeias indígenas, além do distrito de Surpresa. Rondônia tem mais de 56 etnias indígenas e em cada visita os agentes públicos perceberam traços culturais e de costumes únicos.

Divulgação
SATISFATÓRI\O
Para o juiz coordenador da Operação Justiça Rápida Itinerante, Audarzean Santana da Silva, o saldo da missão é positivo, na medida em que os serviços do Tribunal de Justiça chegaram às pessoas mais vulneráveis e que residem em localidades afastadas da cidade.

A menos de 20 dias de se tornar público o escândalo da fraude bilionária da Americanas, a ex-diretora da companhia Anna Christina Ramos Saicali transferiu para o filho um patrimônio de R$ 13 milhões referentes a quotas de uma empresa.
DEMITIDA
Anna foi afastada da diretoria estatutária da Americanas após revelação da fraude na companhia. Há estimava que o rombo contábil possa chegar aos R$ 40 bilhões.
INDÍCIOS
Em 13 de junho, a companhia divulgou um comunicado ao mercado e a ex-diretora é apontada como uma das participantes da fraude. Além dela, constam Miguel Gutierrez, ex-CEO da empresa, e dos ex-diretores José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles e outros executivos.
NEGOU
O jornal Folha de São Paulo, que publicou a informação, procurou Anna Christina, que negou que a transferência tenha ocorrido para proteger o patrimônio pessoal que poderia, por exemplo, com o avançar das investigações, ser penhorado. “Decorreu de planejamento sucessório motivado por questões de saúde”, disse a ex-diretora apontada como partícipe na fraude.
REGENTE
O robô EveR 6, um androide, subiu ao palco como maestro, em Seul, na noite de sexta-feira (30), para dirigir a Orquestra Nacional da Coreia do Sul pela primeira vez no país.

REGENTE 2
O robô de dois braços, criado pelo Instituto de Tecnologia Industrial da Coreia, fez a sua estreia no Teatro Nacional da Coreia, dirigindo os músicos da orquestra nacional. Com um rosto humanoide, começou saudando o público e, depois, foi movendo os braços para controlar o ritmo do espetáculo ao vivo.
SUPEROU EXPECTATIVAS
"Os movimentos de um maestro são muito detalhados", disse Choi Soo-yeoul, que dirigiu a apresentação de sexta ao lado do robô. "O robô foi capaz de apresentar movimentos detalhados muito melhor do que eu tinha imaginado", acrescentou.

SURDO
A "pior fraqueza" do EveR 6, segundo Choi, é o fato de o robô não conseguir ouvir. Lee Young-ju, um integrante da plateia que estuda música tradicional coreana, destacou que os movimentos do robô, embora impecáveis na manutenção do ritmo da música, careciam de "fôlego" —ou a capacidade de manter a orquestra pronta para se envolver coletiva e instantaneamente—, o que, segundo ele, era essencial na performance.
PARCERIA
O robô humanoide dirigiu três das cinco peças apresentadas na noite de sexta-feira, incluindo uma dirigida em conjunto com Choi. "Foi um recital que mostrou que [robôs e humanos] podem coexistir e se complementar mutuamente, em vez de um substituir o outro", disse Choi após o concerto.
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