PROVISÓRIO
Já está em operação, a rodoviária temporária no espaço que abrigava a Feira do Produtor Rural, na Av. Rogério Weber, região do Cai n’Água em Porto Velho.
RESPONSABILIDADE
A Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb) será a responsável pela administração dos serviços no terminal rodoviário, relacionada à conservação, manutenção e levantamento patrimonial, tanto do espaço definitivo quanto do provisório.

GESTÃO
No entanto, a gestão da rodoviária temporária será feita pela mesma empresa que ganhou a licitação para administrar a antiga estrutura, conforme o contrato que ainda está vigente.
PERCURSO
Para garantir o fluxo dos veículos com segurança, uma rota especial foi elaborada, em parceria com a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran).
TRAJETO
A rota sentido Candeias/Porto Velho vai seguir pela BR-364, Av. Rio de Janeiro e Rua Rogério Weber. Já a rota Porto Velho/Candeias segue pela rua Euclides da Cunha, Av. 7 de Setembro, Av. Governador Jorge Teixeira e BR-364.

TRAJETO 2
A rota Humaitá/Porto Velho segue a Av. dos Imigrantes, Governador Jorge Teixeira, Av. Rio de Janeiro e rua Rogério Weber. Já a rota Porto Velho/Humaitá segue na rua Euclides da Cunha, Av. 7 de Setembro, Jorge Teixeira e Av. dos Imigrantes.
ABAIXO
A partir de hoje, a empresa vencedora da licitação iniciará a demolição da antiga rodoviária, e assim que terminar a demolição, vão começar as obras de construção do novo terminal.
NOVA RODOVIÁRIA
A construção da nova rodoviária conta com investimento de R$ 44 milhões, sendo R$ 22 milhões frutos de emenda parlamentar da ex-deputada federal Mariana Carvalho e o restante de contrapartida da Prefeitura.
VISUAL
O novo Terminal Rodoviário de Porto Velho contará com uma estética regional amazônica, 13 plataformas de embarque e desembarque, 26 boxes e agências para empresas, saguão de espera, sala VIP, praça de alimentação, lojas e área administrativa.
ALENTO
O óbvio finalmente aconteceu. O Espaço Alternativo ganhou uma iluminação totalmente revitalizada que permitiu a instalação de cerca de 700 pontos de luz com luminárias de LED.
BENEFÍCIOS
A mudança é para trazer mais segurança aos frequentadores e economia aos cofres públicos.
VIABILIZAÇÃO
A mão de obra, execução e o projeto de revitalização foram realizados pela Prefeitura de Porto Velho. Já os recursos são da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur) e Governo do Estado.

FURTOS
No local, foi feito cabeamento do canteiro central com concretagem para evitar furtos e instalação de luminárias de LED de 150 watts, além da substituição de postes danificados.
SUPORTE
Na lateral direita (sentido aeroporto) foi implantada uma rede de baixa tensão, braço de luminárias de 4 metros e luminárias LED de 70 watts. Já a lateral esquerda (sentido Centro), entre a ciclovia e a calçada de passeio, recebeu postes de ferro e luminárias LED de 70 watts, além de uma rede subterrânea.

INVESTIMENTOS
O custo de todo o projeto chega ao valor aproximado de R$ 745 mil, sendo cerca de R$ 550 mil repassados pelo Governo do Estado.
CLARÃO
A nova rede de iluminação garante maior segurança dos moradores e visitantes que passam pelo local, pois possuem tecnologia de maior luminosidade, além de ser sustentável por não conter elementos poluentes, e gerar uma economia estimada de 60%.
PARCERIA
O presidente da FIERO, Marcelo Thomé, recebeu convite e foi conhecer a aldeia Lapetanha do povo Paiter Suruí. Os índios queriam mostrar suas ações empreendedoras e discutir eventuais parcerias com a Federação das Indústrias de Rondônia.
PARCERIA 2
Os indígenas mostraram o projeto local de agrofloresta, onde a comunidade trabalha desde 2005 com 32 espécies de plantas nativas, numa área de cultivo em que já plantaram aproximadamente um milhão de mudas, produzidas de forma sustentável.
PARCERIA 3
Na floresta Suruí, a comitiva da FIERO conferiu alguns dos 800 pés de castanheiras, que geram aproximadamente 80 toneladas de castanhas com o selo FSC - certificação internacional de produtos que garante a origem responsável dos produtos florestais.
PARCERIA 4
O reconhecimento da qualidade dos agricultores indígenas também está comprovado pelo café robusta da Amazônia que é cultivado por eles, com o método ILPF - A Integração Lavoura Pecuária Floresta, que é a integração de diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área. Cada família tem sua roça, e faz do seu jeito.

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PARCERIA 5
Thomé ficou impressionado com a pujança indígena e antecipou que o Instituto Amazônia +21 atuará na parceria, criando um plano de desenvolvimento para otimização da produção de cacau, café, castanha, banana, mandioca e babaçu, entre outras ações.
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