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Iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde facilita atendimentos nos distritos de Porto Velho

Coluna Espaço Aberto de Cícero Moura

24/03/2023 11h15 Atualizada há 4 anos atrás
Por: Redação Fonte: Cícero Moura

À DISTÂNCIA

Moradores de Jaci-Paraná agora podem receber atendimento médico via telemedicina, garantindo o acesso às consultas com especialistas, sem ter que enfrentar longas distâncias ou filas.

PARCERIA

O serviço, oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), é em parceria com o Hospital Albert Einstein, é já está sendo realizado na unidade de saúde do distrito.

OUTROS EXEMPLOS

Além de Jaci-Paraná, os distritos de União Bandeirantes e Extrema já possuem o serviço. Em Porto Velho, o atendimento é oferecido no Centro de Especialidades Médicas (CEM). Para ter acesso, a população deve comparecer a qualquer unidade de saúde do município e solicitar o encaminhamento.

ESPECIALIDADES

Ao todo, sete especialidades são oferecidas: cardiologia, endocrinologia, neurologia adulto, neuropediatria, pneumologia, psiquiatria e reumatologia. Para receber o serviço, os moradores de Jaci-Paraná devem ir até a unidade de saúde e realizar o agendamento.

PRATICIDADE

A consulta via telemedicina é feita através de uma videoconferência, que conta com o apoio de um médico da unidade, responsável por sanar eventuais dúvidas, fazer encaminhamentos, prescrever receitas ou solicitar exames.

FACILIDADE

Para o médico Djanir Lins, a nova modalidade de atendimento facilita a vida de pacientes que têm dificuldades para ir até Porto Velho. “Estamos muito felizes com esse o novo projeto, que vai ajudar bastante o distrito de Jaci-Paraná, proporcionando mais comodidade e rapidez para os pacientes”, explica o médico.

MENOS TEMPO

De acordo com Helison Ribeiro, diretor do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (DRAC), a telemedicina tem diminuído, principalmente, a espera para consultas de cardiologia e neurologia.

REUNIÃO

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Rondônia – ADUNIR, esteve reunida com o Secretário Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho Sérgio Mendonça, o Diretor de Carreiras, Douglas Andrade e assessoria jurídica da categoria para discutir a situação da UNIR em relação às progressões e promoções funcionais.

RELATO

A ADUNIR relatou o que seria uma interpretação errada por parte dos gestores da UNIR de nota técnica que teria levado  a Administração Superior da Universidade a anular progressões funcionais já concedidas e consolidadas dos docentes que estaria impedindo avanços na carreira docente.

PREJUÍZO

A Associação relata que a interpretação foi dada em 2019 e continuaria sendo aplicada pela atual gestão, prejudicando cerca de 300 professores. Os gestores teriam ignorado documento com fundamentação jurídica enviada pela Assessoria Jurídica do ANDES-SN.

PARECER

O documento reforça a validade e  aplicação dos normativos internos construídas a partir da Lei nº 12.772/2012, que tem parecer favorável junto ao Conselho pela justa aplicação da legislação em vigor garantindo o direito de progressão de todos os docentes da Universidade.

ASSEGURADO

O  Secretário Sérgio Mendonça e o Diretor Douglas Andrade teriam estranhando a decisão de anulação de progressões funcionais já concedidas, uma vez que isso seria contrário a um direito assegurado e consolidado na legislação brasileira. 

INÉDITO

Inclusive o Secretário Sérgio Mendonça, que há anos acompanha a aplicação das normas que disciplinam as progressões funcionais, afirmou que não tem conhecimento de nenhum caso semelhante ao que ocorre na Universidade Federal de Rondônia.

DESDE ANO PASSADO

O Diretor de Carreiras Douglas Andrade disse que em 2022 houve um revogaço de várias normas sobre progressões funcionais no país e que a Nota Técnica e o Ofício Circular, que a reitoria da UNIR diz estar aplicando, não estão mais em vigor desde outubro de 2022, e que o único normativo em vigor sobre progressões funcionais é a IN 66, que não impedem a concessão de progressões.

CARNE BOVINA

Após um mês de embargo por causa de um caso do mal da vaca louca atípico (não transmissível) no Pará, a China, principal comprador de carne bovina brasileira, anunciou a reabertura das importações. O anúncio foi feito pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que se reuniu nesta quinta com o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa (GACC), Yu Jianhua.

ALÍVIO

O Itamaraty informou que o governo brasileiro “recebeu com satisfação” a notícia da reabertura da China à carne bovina brasileira. Segundo o comunicado, o fim do bloqueio resultou de “intensas gestões diplomáticas”, seguidas da visita do ministro Carlos Fávaro ao país asiático. Ele participa de reuniões com autoridades chinesas, seminários e encontros com o setor produtivo antes da chegada do presidente Lula.

DUAS VEZES

Essa foi a segunda vez em um ano e meio que o Brasil interrompe a exportação de carne bovina à China. De setembro a dezembro de 2021, o país asiático, maior comprador de carne do Brasil, suspendeu as compras após dois casos atípicos, em Minas Gerais e no Mato Grosso.

SEM REGISTRO

Até hoje, o Brasil não registrou casos clássicos de vaca louca, provocado pela ingestão de carnes e pedaços de ossos contaminados. Causado por um príon, molécula de proteína sem código genético, o mal da vaca louca é uma doença degenerativa também chamada de encefalite espongiforme bovina. As proteínas modificadas consomem o cérebro do animal, tornando-o comparável a uma esponja.

CONSEQUÊNCIAS

Além de bois e vacas, a doença acomete búfalos, ovelhas e cabras. A ingestão de carne e de subprodutos dos animais contaminados com os príons provoca, nos seres humanos, a encefalopatia espongiforme transmissível.

ANTES DE 2000

No fim dos anos 1990, houve um surto de casos de mal da vaca louca em humanos na Grã-Bretanha, que provocou a suspensão do consumo de carne bovina no país por vários meses. Na ocasião, a doença foi transmitida aos seres humanos por meio de bois alimentados com ração animal contaminada. 

DE VOLTA

A ex-presidente Dilma Rousseff foi oficializada no comando do Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como "banco do Brics", nesta sexta-feira (24). Dilma foi indicada pelo governo Lula ao cargo.

DOIS ANOS

O mandato de Dilma como presidente do banco do Brics vai até julho de 2025. Cabia ao Brasil indicar uma nova chefe para o banco. O nome de Dilma foi aprovado por um comitê da instituição após a ex-presidente passar por uma espécie de sabatina com ministros da Economia dos outros países membros do bloco – África do Sul, China, Índia e Rússia.

COMEMORAÇÃO

Quem está comemorando essa nova função da Dilma Roussef é o meu amigo Zezinho Santos. No programa News 5.1 da Rema TV, de segunda a sexta no horário das 21h, Zezinho se emociona toda vez que fala da ex-presidente.

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