A contagem regressiva para os principais vestibulares e para o Enem costuma transformar a rotina de milhões de estudantes brasileiros. Além das horas de estudo, a alimentação também passou a fazer parte da estratégia de preparação para as provas, em meio a debates sobre como os padrões alimentares com maior consumo de ultraprocessados e bebidas açucaradas podem estar associados a pior desempenho cognitivo, enquanto cresce a busca por alternativas mais saudáveis.
De acordo com o estudo publicado no Brazilian Journal of Health Review, o consumo exagerado de açúcar se relaciona à perda cognitiva, que pode causar dificuldades de aprendizagem e falhas de memória. No caso dos ultraprocessados, uma pesquisa da Alzheimer’s & Dementia: Diagnosis, Assessment & Disease Monitoring associou o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados a um pior desempenho em testes cognitivos e em tarefas que demandam atenção.
Nesse contexto, bebidas com ingredientes naturais despontam como alternativa para quem busca mais disposição para a maratona de estudos sem recorrer às formulações tradicionais dos energéticos.
O mercado brasileiro já oferece algumas alternativas naturais, entre elas, a Machu Picchu Energy. A receita é pensada para quem busca energia para a rotina diária, sendo produzida com erva-mate, cafeína natural de origem vegetal e maca peruana.
Para Cacau Bassili, diretora de marketing da Machu Picchu, a mudança no perfil do consumidor é especialmente perceptível entre os jovens. "Os estudantes de hoje pesquisam mais, leem os rótulos e querem entender o que estão consumindo. Eles precisam de energia para enfrentar uma rotina intensa de preparação para vestibulares, mas também olham com cuidado para escolhas mais conscientes. Acreditamos que é possível oferecer uma alternativa que une disposição e ingredientes de origem natural, acompanhando essa transformação do comportamento do consumidor", afirma Cacau.
Além da época de vestibulares, o movimento acompanha uma tendência mais ampla de hábitos de consumo entre a geração Z. De acordo com uma pesquisa da Attest, 79% dos jovens entrevistados acreditam que a dieta interfere no bem-estar mental e 77% gostariam de ter mais opções saudáveis disponíveis.
Para a executiva, esse novo momento representa uma oportunidade para que a categoria de bebidas energéticas evolua. "A energia que as pessoas procuram não precisa estar associada apenas a fórmulas tradicionais. Existe espaço para inovação, transparência e ingredientes que conversem com um consumidor cada vez mais atento ao próprio bem-estar. Nosso objetivo é fazer parte dessa mudança de hábitos, especialmente em momentos de alta demanda física e mental, como a preparação para os vestibulares", conclui.
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