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Chefe de Gabinete da UNIR chama a PM para acalmar aluno em crise, mas não avisa que o estudante tem problemas psicológicos

Confira as notas do dia, por Cícero Moura.

13/03/2023 06h12 Atualizada há 4 anos atrás
Por: Redação
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RISCO

Toda a ocorrência policial exige procedimentos específicos das equipes da Polícia Militar. Os PMs agem conforme a situação que é passada. Seja um assalto com reféns ou bate-boca entre vizinhos, há uma estratégia de atuação.

RISCO 2

Na quarta-feira passada, a PM foi chamada na UNIR para conter um estudante “ muito forte e agressivo” que teria invadido a universidade dois dias antes, na segunda-feira. Diante da situação, os PMs chegaram no local para executar um protocolo normal de contenção.

RISCO 3

Felizmente, quando a Polícia Militar chegou o aluno estava tranquilo e medicado. Os policiais se surpreenderam pois a ocorrência envolvia uma pessoa com problemas psicóticos, fato extremamente relevante que teria sido omitido na hora do chamado para o 190.

RISCO 4

Dois policiais que conversaram comigo relataram a gravidade da situação. Se mostraram indignados com o ato. Me afirmaram que se o aluno estivesse em crise no momento da ocorrência e atacasse a equipe, seria tratado como um infrator provocando desacato e não como um doente que necessita ser contido com procedimento específico.

REVOLTA

Quando a PM esteve no local, a chefe de gabinete da UNIR ficou irritada com uma aluna que gravava a conversa com os Pms e partiu pra cima da estudante para tentar pegar o celular. 

 
REPÚDIO


A Associação de Docentes da Universidade Federal de Rondônia (ADUNIR) e o Diretório Central Acadêmico da instituição (DCE) manifestaram indignação sobre a forma como a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) tratou o caso do aluno em surto psicótico.

OCORRÊNCIA

Toda a confusão começou quando a chefe de gabinete da Unir, Aurineide Alves Braga, acionou a polícia para abordar um estudante que, segundo ela, ocupava uma sala de aula do Centro Acadêmico de Psicologia e estava dormindo no local.

OCORRÊNCIA 2

Na ocorrência, a funcionária somente argumentou que ele era “muito forte e agressivo”. Não disse que ele já estava há dois dias  no local devido a um surto psicótico e que teria sido tratado de forma truculenta. Vale ressaltar que o mesmo já havia passado por outro episódio de surto na instituição.

CONVERSA

No episódio, com a chegada da PM, os professores Adilson Siqueira, Erasmo Carvalho, Otacílio Carvalho e Marcus Fiori intermediaram o conflito. O docente Luiz Fernando Novoa propôs e o aluno aceitou ser tratado em uma clínica especializada no município de Cujubim.
 


MANIFESTAÇÃO

Em nota, o Centro Acadêmico de Psicologia protestou contra “a difamação e a perpetuação de estigmas que desqualificam, reprimem, constrangem, segregam e negligenciam a integridade do companheiro de curso”, a quem credita ter um “grande histórico de luta estudantil, não só para a Psicologia, curso no qual está inserido, mas para a comunidade como um todo”.

OUTRO LADO

A assessoria de imprensa da UNIR informou que ainda hoje será divulgada uma nota explicando o que teria ocorrido e os procedimentos que serão adotados.

DESOLADOS

Vários servidores do ex-território de Rondônia vão ter que esperar, sabe-se lá quanto tempo ainda, para ingressarem na folha de pagamento da União. Uma decisão do Governo Lula jogou água fria nas expectativas dos rondonienses que tem pedido de enquadramento tramitando em Brasília.

ATO

O presidente Lula, por meio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, decidiu revogar o ato e anular o processo de enquadramento de 450 servidores.
 


BENEFICIADOS

A portaria atendia profissionais como professores, aposentados, policiais civis e servidores que desempenharam atribuições de planejamento e orçamento ou de controle interno nos órgãos e nas entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional do ex-território federal, os chamados APOs.

SEM PREVISÃO

Com a revogação, os servidores que já estavam aptos com o processo de enquadramento retornam à lista de espera, juntamente com os demais servidores que aguardam a análise da documentação.

ALONGAMENTO

O senador Samuel Araújo disse que a iniciativa é um retrocesso muito grande. Os servidores estão aptos, a documentação foi conferida e há reserva no orçamento para essa finalidade, mas eles não podem seguir para o enquadramento por uma decisão política do governo federal, aponta o parlamentar.

ILEGALIDADE

O senador Samuel Araújo destaca ainda que não há nenhum embasamento legal para a medida. Argumenta que o problema em torno da revogação do ato é de que não há qualquer critério técnico.

CONTRASSENSO

A própria nota divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não aponta ilegalidade no processo. Tão somente revoga o ato, sem justificativa plausível, explica Samuel.

PODERÁ REVERTER

O Senador destaca que os fundamentos alegados para a anulação da portaria não se sustentam. Toda a documentação foi apresentada e os processos seguem estritamente a legislação.

VOTAÇÃO

Depois da vergonha e incompetência coletiva, a Câmara Municipal de Porto Velho decidiu marcar duas sessões extraordinárias do Legislativo da capital.

 
VOTAÇÃO

O motivo é a discussão e votação do projeto de Lei Complementar que altera a normativa que estabeleceu os novos valores do IPTU.

DIA

As sessões estão marcadas para o dia 15, a partir das 8h. A expectativa é que com essa iniciativa a Câmara Municipal atue em defesa do cidadão, que não gostou nenhum pouco do reajuste do IPTU anunciado pela prefeitura.

NÃO É VERDADE

A UNIR divulgou nota desmentindo os boatos de implantação de novos cursos no Campus de Guajará-Mirim, a 300 km de Porto Velho. O curso de Medicina chegou a ser alardeado nas redes sociais como uma grande conquista política para Guajará.

NOTA

A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) esclarece a toda a sociedade rondoniense que não se encontram em trâmites internos da Instituição ações para implantação de novos cursos no Campus de Guajará-Mirim, assim como não há estudos ou projeções atualmente em andamento para ampliação da oferta de vagas de Medicina pela UNIR.
 
CRITÉRIOS

Os procedimentos para instalação de novos cursos pela Universidade seguem procedimentos específicos, acadêmicos e administrativos, no âmbito de sua gestão e dos Conselhos Superiores, estes as instâncias máximas de deliberação, além da necessidade de haver previsão para abertura de novos cursos ou ampliação de vagas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UNIR. O atual PDI, em vigência até 2024, não prevê abertura de curso de Medicina no Campus de Guajará-Mirim.

ESCLARECIMENTOS

A Universidade segue aberta à sociedade e aos seus representantes para prestar as informações necessárias e para discutir as demandas por instalação de novos cursos, cuja oferta deve ocorrer mediante a apresentação de projetos de viabilidade e recursos orçamentários. Do mesmo modo, a fim de garantir a transparência de suas ações e planejamento, a UNIR segue à disposição da sociedade para apresentar os esclarecimentos necessários sobre seu planejamento e atuação junto à sociedade rondoniense.
 


POLÊMICA

Não há nenhuma dúvida de que o deputado estadual Rodrigo Camargo (Republicanos), não está nem aí para a repercussão negativa de atos que ele entenda como pauta positiva. Dono de uma agenda que ele chama de conservadora, Rodrigo tem se mostrado um Denorex.

FORTALECIMENTO

Um dia após a polêmica desencadeada pelo deputado federal mineiro Nikolas Ferreira (PL), que protagonizou um ato considerado pela Esquerda como de transfobia e desrespeito ao Dia Internacional da Mulher, Rodrigo Camargo se encontrou com ele em Brasília divulgando que o encontro tinha por objetivo o "fortalecimento das pautas cristãs em Rondônia.
 
 
IDEOLOGIA

O curioso é que Nikolas Ferreira discursa para os evangélicos sem ter nada relevante para outras denominações religiosas enquanto que sabidamente Rodrigio Camargo é cristão convicto e católico praticante.

PARCERIA

A Gerência de Soluções em Tecnologia e Inovação (STI) do SENAI de Rondônia formalizou parcerias estratégicas com os Institutos de Ciência e Tecnologia de Rondônia (ICTs), Fundação de Amparo de Rondônia, ONGs e indústrias.
 


PARCERIA 2

O objetivo é contribuir com o Ecossistema Local de Inovação por meio da formação de uma rede de parceiros estratégicos visando o desenvolvimento de projetos colaborativos envolvendo Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).
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