PAROU
Ponte caída, barro, lama. Caminhões e carros atolados, motoristas desolados aguardando por uma máquina. É assim durante todo o inverno amazônico sem que haja uma mínima possibilidade de que a novela termine.
OBSERVAÇÃO
Aliás, bom destacar que a ajuda de máquinas só serve quando o problema não envolve ponte caída. Quando isso ocorre, somente o socorro do exército possibilita um paliativo até que o sistema governamental aja.

NADA A FAZER
Há 4 dias interditada devido queda de ponte, no km 24,5, sentido Manaus-Porto Velho, existe promessa de que nesta segunda-feira a BR-319 seja liberada para o tráfego entre Porto Velho e Manaus. Como não há garantia da normalidade no trajeto, tem gente que nem se arrisca a pegar a estrada.
DILEMA
A destruição da BR compreende um trecho de aproximadamente 500 km, do total de 900 que é a distância entre as duas capitais.
SOLUÇÃO
Em 2019, o ex-presidente Bolsonaro e o ex-ministro Tarcísio de Freitas alardeiam que agora o problema ia acabar. Asfaltar o trecho entre Manaus e Porto Velho era uma prioridade imediata, inadiável.
COMEMORAÇÃO
Lembro que a notícia provocou alvoroço. Afinal a promessa vinha de um “capitão” do Exército Brasileiro, alçado ao cargo de Presidente e um conhecedor da capacidade da engenharia militar, especialista em obras de pavimentação.

ENGODO
Quatro anos se passaram e o tormento só aumenta. A estrada piora e as precárias pontes no trecho vão se deteriorando. Não há estrutura que resista a um volume de água que até se mantém igual na temporada, segundo o SIPAM, mas que tem chegado com muito mais força e intensidade.
FESTA
Só quem tem se “beneficiado” das péssimas condições da BR-319 são jipeiros, motociclistas, ciclistas e outros aventureiros de rally. Para esse povo a estrada é tudo de bom. Quando terminam a aventura eles não sabem o que tem mais lama. Se são os veículos ou suas roupas.
SEM PREVISÃO
Embora a 319 tenha entrado no discurso de Lula, ninguém aposta um centavo furado que realmente o Governo Federal faça algo pela região. Publicamente, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, é contra qualquer empreendimento nos moldes da BR-364, na Amazônia.
ALTERNATIVA
Uma BR em condições possibilitaria o trajeto de carro entre Porto Velho e Manaus ser feito em no máximo 12 horas. Enquanto isso não acontece, e para ter certeza de que é possível chegar ao destino, as alternativas são aviões e barcos.
TEMPO
No caso dos aviões comerciais a viagem dura cerca 80 minutos, já de barco o percurso é feito em 4 dias. Nessas opções, a viabilidade da viagem envolve dinheiro ou tempo. Quem utiliza veículo tracionado consegue fazer a viagem em até 30 horas, desde que não haja ponte caída, como é o caso em questão.
MÃO NA MASSA
O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Marcelo Cruz (Patriota) esteve em Brasília, onde cumpriu agenda parlamentar e participou de importantes audiências em ministérios e secretarias nacionais. 
VERBAS
Uma das reuniões foi com André Ceciliano, secretário de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais do Governo Federal, onde apresentou projetos para a viabilização de recursos e investimentos para o desenvolvimento de Rondônia.
POSITIVO
Marcelo Cruz considerou a viagem produtiva, foi a primeira do seu mandado como presidente da Assembleia, pois conseguiu apresentar sugestões, indicações de investimentos no Estado de Rondônia e estreitar os laços do legislativo estadual com órgãos importantes da estrutura federal, como ministérios, secretarias nacionais e instituições públicas e privadas.
RETORNO
Marcelo destacou ainda que já sabe o caminho na busca de recursos, pois já foi atrás de verbas e investimentos ao longo dos seus primeiros quatro anos de deputado estadual. Diz ele que agora serão dois anos de muito trabalho e muita ação na presidência, buscando garantir ao Estado de Rondônia uma posição de protagonista no cenário nacional.
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BANCADA
Ainda em Brasília, o presidente Marcelo Cruz visitou o Congresso Nacional, onde esteve com senadores e deputados da bancada federal rondoniense. O deputado disse que a união e as parcerias são fundamentais para garantir desenvolvimento e geração de emprego e renda ao estado.
AMÉRICA DO NORTE
Também viajando, só que para o México, o governador Marcos Rocha participou da 13ª Reunião Anual da Força-Tarefa de Governadores para o Clima e Florestas. Entre as pautas discutidas está a atualização do Plano de Ação de Manaus - MAP, um documento norteador das próximas ações da Força-Tarefa, tanto conjuntas quanto a nível local, que tratará dos assuntos sobre preservação e desenvolvimento socioeconômico.
ACORDOS
Marcos Rocha pontua que a união subnacional desse grupo deve fortalecer os estados nas negociações internacionais, bem como aumentar a troca de informações estratégicas e consolidar um sistema de financiamento verde que seja eficiente e justo para todos os povos.
ENERGIA
O governador enfatiza que Rondônia quer ser um colaborar no processo de transformação do desenvolvimento sustentável e socioeconômico, garantindo soluções para melhoria da qualidade de vida no planeta.
FOCO
Rocha destaca que é fundamental que os investimentos propostos no plano de ação Manaus Action Plus - cheguem realmente a quem precisa. O governador também citou o potencial de uso desses recursos, em diversas ações que promovem o desenvolvimento do Estado, como projetos em fase de implementação do fornecimento de energia solar, para escolas em áreas de conservação.
IMAGEM
Uma cena triste, mas de amor infinito.

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