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Política Necessidade

Deputada Sílvia Cristina volta a cobrar urgência na votação da PEC 47 da transposição

Parlamentar cobrou presidente Hugo Motta para a votação da matéria, que está parada há dois anos na Câmara

17/09/2025 12h13
Por: Redação Fonte: Assessoria
Foto: Assessoria
Foto: Assessoria

A deputada federal Sílvia Cristina voltou a cobrar urgência na votação e aprovação da PEC 47, que assegura a transposição dos servidores dos ex-territórios federais de Rondônia, Roraima e Amapá aos quadros da União, contratados até 1991.


“No último dia 12, completou dois anos que a PEC 47 está aqui nesta Casa, depois de ter sido aprovada no Senado. Mas, infelizmente está parada, segue sem data para ser pautada. É inaceitável, é vergonhoso e um desrespeito com quem se dedicou tanto ao serviço público!”, desabafou em discurso no plenário.


Sílvia Cristina tem se mobilizado, junto com a bancada de Rondônia e da região Norte, para chamar a atenção para a urgência na aprovação da matéria, fazendo justiça com os servidores.


“Não podemos mais esperar! Não dá mais para aceitar essa matéria parada, enquanto milhares de servidores desses ex-territórios e suas famílias, sofrem com a espera para ter um direito assegurado, fazendo justiça pelo tanto que se doaram na construção desse país!”, acrescentou.


Em seu pronunciamento, ela cobrou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para que cumprisse o acordado com as bancadas de Rondônia e da região Norte.


“Presidente Hugo Motta, cumpra a sua palavra e o compromisso assumido com a bancada de Rondônia e do Norte do país: Coloque a PEC 47 na pauta de votação, para que o plenário decida. É urgente que isso seja feito”, completou.
A deputada disse ainda que  PEC 47 é uma prioridade para Rondônia e está acima de qualquer bandeira ideológica. 

Foto: Assessoria

 

Logo após o seu pronunciamento, a deputada reforçou a cobrança pessoalmente ao presidente Hugo Motta. “Mostrei ao presidente que não podemos mais esperar, que a PEC tem dois anos engavetada e que não tem explicação para esse desrespeito com os servidores”, finalizou.

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