DENÚNCIA
Uma balsa de garimpo ilegal entrou no Rio Juruá (Amazonas) no mês passado, e a comunidade rapidamente se articulou denunciando ao Ministério Público e aos demais órgãos de fiscalização.
AÇÃO
A força comunitária e política que norteia o território levou à implosão da balsa, apreensão de combustível e de embarcações criminosas.
UNIÃO
As comunidades ribeirinhas, como essa do Amazonas, passaram por um amplo processo de formação política nos últimos 30 anos, e hoje são representadas por diversas associações, cooperativas e lideranças.

FORTALECIMENTO
Ao longo do período, se fortaleceram, estruturaram algumas cadeias produtivas da sociobiodiversidade e acessaram importantes mercados e fontes de recursos, inclusive investidores de impacto.
COMUM
Como em toda a Amazônia, é possível verificar a pressão de atividades ilegais como o garimpo e corte de madeira. E ali não seria diferente.

ESPECÍFICO
Apesar disso, o Médio Juruá tornou-se um território articulado e fortalecido, que sabe o valor de suas atividades e da biodiversidade conservada.
INFLUÊNCIA
Conta, ainda, com líderes comunitários influentes para barrar a criminalidade. O desenvolvimento consistente dos territórios está intrinsecamente relacionado à educação cidadã, do mais distante Brasil profundo às periferias de grandes cidades.
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OUTRO EXTREMO
A quase 3 mil quilômetros de lá, um outro caso ajuda a refletir sobre o alcance da participação social como parte do exercício da política. Ao longo deste acirrado ano eleitoral, uma cidade no norte de Minas Gerais experimentou o intenso processo participativo que levou a uma Agenda de Desenvolvimento Local. Para muitos, a primeira experiência com um modelo de construção coletiva.

MINAS GERAIS
A polarização política do Brasil teve grande reflexo em Jaíba (MG), como em muitos pequenos municípios do país, mas isso não impediu que mais de 80 representantes de diversos setores da cidade se juntassem para pensar as prioridades locais.

DEMOCRACIA
Cada qual com sua escolha política, mas com o desejo conjunto de ver a cidade prosperar. O segundo ponto prevaleceu: todos estavam dispostos a discutir o desenvolvimento local de forma madura e consistente.
ENTENDIMENTO
Casos como estes dois demonstram, na prática, a força dos espaços de participação qualificados. São neles que acontecem as articulações entre atores diversos e onde se complementam a democracia participativa e a representativa, uma fortalecendo a outra.
EDUCAR
A educação cidadã é um caminho inevitável. A lição que fica dessa história mostra que os espaços de participação qualificados são ótimas oportunidades para que as comunidades desenvolvam tal habilidade, de forma equânime e aderente à realidade das pessoas que vivem no lugar. Com isso, mais cidadãos têm maior conhecimento sobre as regras da democracia e da dinâmica política.
LIÇÃO
O que vivemos nos últimos 4 anos não tem precedentes. Fomos confrontados por paradigmas ultrapassados, muitas vezes criminosos, que impactaram a vida de todos nós brasileiros, queiramos ou não.

FUTURO
Teremos um governo novo, o que acontecerá não tem como definir. A polarização vai continuar e a torcida é de que sempre prevaleça a lucidez. Sem sombra de dúvidas cada um tem que ter seu ponto de vista, mas isso não pode ultrapar a linha da racionalidade. (Fonte: Humana, agência especializada em desenvolvimento territorial e sustentabilidade)
MENOS GENTE EM CASA
Conforme dados preliminares do Censo Demográfico, já é possível verificar que Rondônia registra o menor número de moradores por domicílio na Região Norte: 2,86.

ONDE TEM MAIS
As maiores médias nortistas estão no Amapá (3,69) e Amazonas (3,68). A taxa brasileira é de 2,83.
Ainda de acordo com os dados preliminares, os recenseadores já realizaram a entrevista do Censo Demográfico em 493 mil domicílios rondonienses, correspondendo a 91,9% da estimativa de moradias no estado.
CORPO A CORPO
Do total de entrevistas, 99,5% foram na modalidade presencial. Nestes domicílios, foram recenseadas 1.419.594 pessoas, sendo 712 mil mulheres (50,2%) e 707 mil homens (49,8%).

PAÍS
Já em todo o Brasil, foram recenseados 175 milhões de brasileiros, sendo 51,5% mulheres (90 milhões) e 48,5% homens (84 milhões).
POUCOS CONCLUÍDOS
Em Rondônia, dos 52 municípios, 13 concluíram a coleta de informação nos domicílios, mas ainda podem ocorrer trabalhos de supervisão e revisão.
IDENTIFICAÇÃO
O IBGE continua reforçando a necessidade de o morador observar se quem faz a abordagem está devidamente identificado como servidor do IBGE, trajando colete da instituição e crachá com nome, matrícula e número de documento. Além disso, os recenseadores podem estar usando boné e bolsa com o símbolo do Censo.
HABILITADOS
Os formandos das duas turmas do Curso Técnico em Comércio da Escola Técnica Estadual – Etec do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional de Rondônia – Idep, receberam o diploma de conclusão do curso que teve início em novembro do ano passado, no polo Flora Calheiros, zona Leste de Porto Velho.

BOA HORA
A formação acontece no momento em que o comércio está otimista com o aumento das vendas devido às festas de fim de ano. Com essa conquista, os formandos têm mais chances de preencher postos de trabalho, que surgem nesse período devido ao aquecimento da economia.

DIFERENCIAL
Segundo o governo, os formandos adquiriram conhecimentos com base nas tendências de mercado. Isso significa que não há alteração na formação pois as áreas profissionais são as mesmas, porém os profissionais receberam condições de poder se reinventar.
ALDEIAS
Falando em capacitação, a Sedam tem promovido atividades agroflorestais em comunidades indígenas do Estado. A ação aconteceu nas terras Kaxarari, Karitiana e Uru Eu Wau Wau, visando a conscientização da população indígena quanto ao período de defeso e descarte correto de resíduos sólidos.

INCLUSÃO
A capacitação tem como objetivo inserir a comunidade indígenas ao universo da produção sustentável, através de atividades teóricas e práticas sobre o castanheiro e outras mudas, como a bananeira e o café.
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