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Prefeito de Ji-Paraná é afastado do cargo mais uma vez por suspeita de corrupção

Confira as notas do dia, por Cícero Moura.

26/03/2024 09h48 Atualizada há 2 anos atrás
Por: Redação
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AFASTADO OUTRA VEZ

Ao escrever a coluna desta terça-feira (26/03), eu já tinha a informação de que uma nova operação da DRACO, na prefeitura de Ji-Paraná, estava para ocorrer. Pela relação de confiança com minhas fontes, mantive apenas o assunto da decisão judicial determinando ao prefeito Isau Fonseca contratar funcionários para o gabinete do vice-prefeito Joaquim Teixeira.

AFASTADO

Agora, com a divulgação da  Operação Arcana Revelada, com  objetivo de desarticular suposta organização criminosa instalada nos Poderes Executivo e Legislativo do Município de Ji-Paraná/RO, já posso atualizar o assunto.

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CORRRUPÇÃO

A operação é para apurar, mais uma vez,   a prática de crimes de corrupção ativa e passiva, concussão, extorsão, tráfico de influência, perseguição e lavagem de dinheiro.

POLÍCIA CIVIL

Investigadores do GAECO e da DRACO2, cumpriram  mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados aos investigados, bem como na sede da Prefeitura, Câmara de Vereadores e Procuradoria-Geral do Município de Ji-Paraná.

PRA FORA

Também foram cumpridos mandados de afastamento das funções públicas em face dos servidores investigados. 5 mandados são de afastamento das funções públicas, pelo prazo de 120 dias.

CONTINUIDADE

A ação é fruto de desdobramento da Operação Arauto, deflagrada pela DRACO2 em janeiro de 2023, quando foi revelada a existência de complexa rede de corrupção e exigência de propina nos Poderes Executivo e Legislativo de Ji-Paraná/RO como condição para facilitar e agilizar o pagamento de créditos judiciais reconhecidos em favor de servidores da Secretaria Municipal de Educação.

“DIVISÃO”

De acordo com as investigações, somente conseguiam receber rapidamente seus créditos judiciais perante o Município de Ji-Paraná, os servidores cujos advogados concordassem em dividir honorários contratuais com os agentes públicos envolvidos no esquema de corrupção.

MEDO

Ainda conforme a polícia, havia  indícios de ameaças, coações e perseguições contra pessoa que inicialmente teria concordado com o pagamento da propina, mas depois se recusado a cumprir as exigências do grupo criminoso.

 

**Atualizado às 9h30min. 

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