O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quarta-feira (25) se mantém a decisão individual do ministro Flávio Dino que suspendeu pagamento de penduricalhos nos Três Poderes. Esses benefícios são concedidos a servidores públicos e não cumprem o teto remuneratório constitucional, que é de R$ 46,3 mil.
No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender o pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.
Além disso, o ministro defendeu que o Congresso deve regulamentar o pagamento dos benefícios extrateto.
Após a decisão, diversas associações que representam juízes, promotores, defensores públicos e membros de tribunais de contas recorreram ao Supremo para manter o pagamento dos penduricalhos.
Ontem (24), o Supremo e a cúpula do Congresso deram o primeiro passo para regulamentar o pagamento e decidiram fechar um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto.
Justiça Derrubar canal com eleitores limita mobilização, dizem especialistas
Justiça TSE barra anúncios de Lula acusando Flávio de ser contra escala 6x1
Justiça Lula afirma que PT entrará na Justiça contra suspensão de canal
Justiça TSE atende Flávio e manda suspender canal do whatsapp Exército do Lula
Justiça TSE manda Meta esclarecer restrições a postagens da campanha de Lula
Justiça Após retotalização dos votos, Douglas Ruas tem 50,88% dos votos no RJ