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Violência provoca tragédia em família revelando falta de limite para crueldade humana

Confira as notícias do dia, por Cícero Moura.

24/12/2025 16h18 Atualizada há 9 meses atrás
Por: Redação Fonte: Redação
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Foto: Reprodução / Redes Sociais

DADOS
Parece que para algumas pessoas é indiferente o momento vívido pelas famílias no mundo todo. Não existe amor, tolerância, humanidade.

SEM EXPLICAÇÃO
Há crimes que não cabem na estatística. Eles atravessam a pele, rompem o silêncio das cidades e deixam uma pergunta que ecoa sem resposta: como alguém chega a esse ponto? 

AMANHECER NEGRO
Jaboticabal, no interior de São Paulo, amanheceu tomada por esse espantoso coletivo após a confirmação de um massacre que desafia qualquer noção mínima de humanidade.

FRIO
Um homem confessou ter assassinado a própria companheira e três filhos — vidas interrompidas com facão, marreta e frieza. 

BRUTALIDADE
Não se trata apenas de um homicídio múltiplo. Trata-se de um ritual de brutalidade praticado dentro de casa, o lugar que deveria simbolizar abrigo, proteção e cuidado.

MENTIRAS
A narrativa inicial do autor, tentando confundir autoridades, inventar desaparecimentos voluntários e construir versões para fundamentar o injustificável, é quase tão perturbadora quanto o crime em si. 

CRIANÇAS
Mentiras frias, repetidas enquanto roupas de crianças eram escondidas na zona rural e manchas de sangue surgiam no carro da família. 

PREMEDITADO
Cada detalhe expõe não apenas a violência física, mas a perversidade psicológica de quem tentou ganhar tempo, apagar rastros e normalizar o horror.

COVARDIA
As investigações revelaram o que ninguém gostaria de saber: uma mulher jovem, de apenas 27 anos, e três crianças de 10, 8 e 6 anos tiveram suas histórias interrompidas de forma covarde. 

SENSIBILIDADE
Crianças não são números. São risadas interrompidas, cadernos abandonados, brinquedos que nunca mais serão usados. São futuros assassinados junto com seus corpos.

QUASE DIÁRIO
É impossível não falar de feminicídio. É impossível não falar de violência doméstica. 

PROPRIEDADE
É impossível não falar da naturalização do controle, da posse e da ideia absurda de que alguém pode decidir sobre a vida do outro.

PARECE CULTURAL
Casos como esse não surgem do nada. Eles são o ápice de uma cultura que ainda tolera sinais de violência, gritos silenciados e trata ameaças como “problemas de casal”.

SOLIDARIEDADE GERAL
A comoção em Jaboticabal é legítima, mas ela precisa ir além do choque momentâneo. 

SINAIS
Precisa se transformar em alerta permanente. Quantas vezes a violência dá sinais antes do pior acontecer? 

ERRO MESMO
Quantas vezes a sociedade falha em proteger mulheres e crianças que vivem sob risco?

NÃO HÁ COMO IGNORAR
Nada do que por aqui trazem essas vidas de volta. Mas ignorar a gravidade do que aconteceu seria permitir que uma barbarie encontrasse terreno fértil para se repetir. 

NÃO LAR
Este não é apenas um crime a ser investigado. É um retrato cruel de até onde pode chegar à desumanização quando o ódio, o controle e a violência se instalam dentro de casa.

FATALIDADE?
Que a justiça seja implacável. E que a sociedade, enfim, pare de tratar tragédias anunciadas como fatalidades inevitáveis. 

SOCIEDADE
Porque não são. São falhas humanas, sociais e institucionais — e custam vidas inocentes.

FRASE
Onde a Justiça vacila, a violência se repete; no feminicídio, a resposta tem que ser dura, rápida e exemplar.

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