CASSAÇÃO
Após repercussão da denúncia do site Intercept Brasil, publicada com exclusividade aqui na coluna, o advogado Caetano Neto, disse que vai pedir a cassação do deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO).
NOTÍCIA
Segundo O Intercept Brasil, a proposta que buscou afrouxar o projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes na internet, foi oficializada por Fernando Máximo, mas metadados revelam que o verdadeiro autor é executivo da Meta.
LOBISTA
Das quatro emendas apresentadas por Máximo – todas a favor dos interesses das big techs –, duas foram criadas diretamente por Marconi Borges Machado, executivo que ocupa desde 2017 o cargo de gerente de políticas públicas na Meta.

REGIMENTO
Caetano enfatiza que o artigo 231 do Regimento da Câmara, deixa claro que após a expedição do diploma de deputado, o parlamentar fica proibido de patrocinar causas de entidades contrárias à legislação brasileira.
DECORO
O advogado afirma que houve quebra do decoro ao atender interesses de empresa estrangeira, principalmente amenizando punições civis e criminais dentro de um tema tão relevante.
DECORO 2
As emendas, na prática, poderiam aliviar sanções à Meta no que diz respeito ao uso de imagens constrangedoras ou abusivas de crianças na internet.
FEDERAL
Caetano disse que vai estar em Brasília, semana que vem, para protocolar a ação no gabinete do presidente Hugo Mota e na sequência distribuir cópias a todos os parlamentares que fazem parte do Conselho de Ética.
ELEIÇÃO
Sobre Fernando Máximo, se não entrar água na Casa das Máquinas, ele está bem animado com a possibilidade de já ter conseguido “se acomodar” em uma legenda que lhe receba com beijos e afagos.

ELEIÇÃO 2
O Partido Liberal seria a bola da vez, embora não tenha sido, sequer, divulgada uma linha oficial sobre isso nas páginas do PL. Eu até acho que desconfio o motivo.
HISTÓRICO
A composição de uma chapa com Marcos Rogério ao Senado e Máximo ao governo carrega um peso difícil de sustentar diante do eleitorado.

EXPLICAÇÕES
Ambos terão que enfrentar, inevitavelmente, o eco do caos da pandemia e responder à pergunta que não cala: o que fizeram de concreto quando mais se precisava?
ATITUDE
No caso de Marcos Rogério, sua postura durante a crise sanitária será constantemente lembrada, seja nas votações, nos discursos ou nas posições assumidas em relação às medidas de combate à Covid-19.
LEMBRANÇA
O eleitorado, especialmente as famílias que sentiram de perto os impactos da pandemia, não esquece facilmente.
MÁXIMO
Já Fernando Máximo terá um fardo ainda mais pesado. Como secretário de Saúde, carregará no currículo as falhas de gestão, as dificuldades no atendimento hospitalar e a sensação de abandono vivida por milhares de rondonienses.
MÁXIMO 2
As cobranças serão inevitáveis: ele estava no comando quando a saúde do Estado mais precisava de firmeza, planejamento e humanidade.

NA MIRA
Uma chapa assim pode até somar nomes de peso político, mas corre sério risco de se transformar em alvo fácil da memória recente da população.
DOR E TRISTEZA
Afinal, em política, as urnas têm longa memória — e a pandemia deixou cicatrizes que não se apagam com discursos.
ROUBALHEIRA
A Energisa identificou em Rondônia no ano passado mais de 50 mil irregularidades de furto de energia.
CRIME
O furto de energia elétrica, também conhecido como “gato”, é crime previsto no Código Penal Brasileiro, com pena que pode variar de um a quatro anos de reclusão.
PERIGO
Além disso, o furto de energia pode ocasionar acidentes graves e provoca o aumento da conta de luz.
PREJUÍZO
Outra questão é a perda de arrecadação de ICMS. O estado deixa de arrecadar R$ 160 milhões anuais que poderiam ser investidos na saúde e na educação.
NÃO PAGUE PREJUÍZO DE OUTROS
A população pode denunciar o furto de energia de forma anônima pelo número da Polícia Militar, 190, ou pelo call center da Energisa, 0800 647 0120.

FRASE
A pandemia levou vidas e deixou famílias inteiras convivendo com a saudade e a ferida de um luto sem despedida.
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