O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (19) manter a prisão de Marcelo Câmara, um dos réus da trama golpista e ex-assessor do ex-presidente da República Jair Bolsonaro.
A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
A prisão de Câmara foi determinada ontem após o ministro entender que o ex-assessor de Bolsonaro descumpriu uma medida cautelar que o proibia de usar redes sociais, mesmo com a intermediação de advogados.
Na terça-feira (17), o advogado de Câmara, Eduardo Kuntz, informou ao Supremo que foi procurado pelo ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, por meio das redes sociais .
Para o ministro, ao interagir com Cid, o defensor "transbordou ilicitamente das obrigações legais de advogado" . Moraes também determinou a abertura de um inquérito para apurar a tentativa de obstrução da investigação da trama golpista por parte do advogado.
Câmara está preso nas instalações do Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília. Ele tem direito a ficar custodiado nas instalações da força por ser coronel.
Justiça TSE cria ferramenta de IA para acesso a informações sobre eleições
Justiça Flagrante por drogas gera mais prisão preventiva do que outros crimes
Justiça TRE-RJ fará auditoria para definir urnas que serão fiscalizadas
Justiça Fragmentação de dados dificulta prevenção de feminicídios
Justiça Dino cita Master e determina revisão de regras da CVM
Justiça TSE suspende campanha de Deltan ao Senado pelo Paraná